No período de 07 a 13 de junho de 2026, as transformações tecnológicas e estruturais no audiovisual brasileiro ganharam um marco com a estreia oficial da TV 3.0 (DTV+), lançada pela TV Globo com cobertura inicial estimada em 21 milhões de pessoas pelo Ministério das Comunicações e disponibilidade antecipada de conversores por fabricantes nacionais. Paralelamente, estudos da Samsung Ads destacaram o protagonismo absoluto das TVs conectadas nos domicílios, enquanto operadoras e agregadores continuaram reconfigurando suas ofertas, como a expansão de canais abertos (SBT, Record e RedeTV!) no catálogo do UOL Play e editais do MinC para internacionalização profissional.
No âmbito da teledramaturgia e da ficção seriada, os formatos curtos mantiveram forte tração de mercado: a TV Globo iniciou as gravações de Quando o Coração Entra em Campo, trazendo Juliano Cazarré como vilão em formato vertical. O streaming também ampliou seu cardápio com produções temáticas ligadas à Copa do Mundo na Netflix e no Globoplay, o anúncio da estreia da série brasileira Fúria (Netflix), a permanência do filão de true crime em alta no Top 10 do Globoplay e as tensões geopolíticas de mercado nos bastidores da aquisição da Warner Bros. pela Paramount, marcada por atritos públicos e acusações diretas contra a atuação da Netflix.
Este projeto é financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq / MCTI) por meio da Chamada Universal nº 44/2024 (Processo: 421093/2025-0), desenvolvido no âmbito do Observatório do Melodrama Brasileiro no Streaming e suas Transformações pelo laboratório Narrativas & Consumo (PUC-Rio) em parceria com o Grupo GELiDis (ECA-USP).
